quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Vaidade dos sergipanos, boa oportunidade para ganhar dinheiro

Por Aline Bittencourt/ Network Editora

É bem verdade que os produtos de beleza são hoje, peça fundamental nas necessaires masculinas e femininas. A vaidade se tornou protagonista no dia-a-dia dos brasileiros, e por conta disso a indústria da estética vem se fortalecendo, ganhando forma, e até CNPJ.

Pois é, nos últimos meses ficou comprovado o tamanho da vaidade dos brasileiros com o aumento dos empreendimentos no mercado da estética. Esse setor da economia vem ganhando cada vez mais fôlego. Segundo pesquisas da Fecomercio e do IBGE, no Brasil, são gastos em média, cerca de R$ 1 bilhão por mês em serviços de beleza.

A “vaidade” se tornou um das melhores formas de se ganhar dinheiro. Seja cabeleireiros, maquiadores, manicures ou qualquer profissão relacionada a esse setor, unindo bons produtos, serviço de qualidade e um espírito empreendedor, pode-se faturar uma ótima renda.

 Em Sergipe essa realidade está cada vez mais encorpada. É que os sergipanos estão mais do que nunca preocupados com a beleza. A cabeleireira e dona de um salão de beleza em Aracaju garante um ótimo retorno financeiro aos que se interessam pelo meio. “Quando se percebe um aumento na procura por qualquer serviço, é normal que apareça quem queira oferecê-lo. A diferença está na qualidade e na variedade. Comecei escovando cabelos e fazendo unhas em minha casa, agora, já conseguir abrir meu próprio salão e ainda contratar uma funcionária”, afirma Mari.

Capacitação
Para começar um negócio e para que ele dê certo, é preciso capacitação. Existe um leque de possibilidades para quem quer dar um salto em sua renda, uma delas são os cursos que oferecem capacitação rápida e de qualidade e garantem a entrada de profissionais e empreendedores no mercado.
Aqui no estado, o Senac oferece cursos de técnicas de maquiagem, cabeleireiro, depilador, embelezamento das mãos e pés, unhas decoradas, entre outros.  Para mais informações sobre valores e horários ir na sede do Senac ou ligar para os números abaixo.

SENAC Sergipe
Av. Ivo do Prado, 564 – São José
Recife/PE - CEP: 49015 – 070
3212-1560/ 1561

Negócio hereditário!


Saiba quais as características e as tendências das empresas familiares


Por Aline Bittencourt/ Network Editora
Em todo o mundo há empresas familiares que se sobressaíram nos negócios. Capazes de alavancar o processo econômico social e geral de uma região, os ditos negócios hereditários são uma crescente em vários setores da economia, seja mundial, brasileira e até mesmo sergipana. Aqui no Estado de Sergipe, pode-se constatar um número considerável de pequenas e micros empresas onde a família são parte fundamental e as vezes integral do organograma empresarial.

Apesar de o Nordeste ter uma economia forte voltada para a atividade agrícola, os setores secundários e terciários estão cada vez mais crescentes em SE. Novas oportunidades para pequenas e médias empresas estão sendo abertas pela terceirização de diversas atividades, por parte de grandes empresas.

Podem-se destacar três tipos básicos de empresa familiar: a tradicional, que mais corresponde ao estereótipo da instituição, o capital é fechado, existe pouca transparência administrativa e financeira e a família exerce um domínio completo sobre os negócios; a híbrida, onde o capital é aberto, mas a família ainda detém o controle, havendo, contudo, maior transparência e participação na administração por profissionais não familiares; e a de influência familiar, em que a maioria das ações está em poder do mercado, mas a família, mesmo afastada da administração cotidiana, mantém uma influência estratégica através de participação acionária significativa.

Aqui em Sergipe, o perfil das empresas familiares está mais próximo ao tipo ‘tradicional’ e ‘híbrido’. Por merecer lugar de destaque, a questão sucessória para alguns estudiosos, é o fator primordial para uma empresa ser considerada familiar. De acordo com alguns desses estudiosos, uma empresa só se transforma numa “verdadeira” empresa familiar quando consegue passar o controle para a segunda geração. Segundo um levantamento tratando de empresas familiares na Comunidade Europeia, mostra que somente três em cada 10 conseguem vencer esta etapa, e somente metade dessas alcançarão a terceira geração.

Globalização

Quando se fala em empresa familiar, é considerado que existem desde pequenas e médias empresas, especializadas e altamente competitivas, ocupando posições de destaque em nichos do mercado mundial. Mas, para se fortalecerem e conseguirem enfrentar os desafios postos pela globalização, a profissionalização da administração tem sido colocada como principal condição para que os sucessores dessas empresas familiares consigam tocá-la em frente.

O planejamento e a reformulação de atividades são fatores importantes para que qualquer empresa seja de porte micro, pequeno, médio ou grande, consiga concorrer e permanecer no mercado, já que há o acirramento da concorrência. Uma melhor preparação dos herdeiros, dotando-os de formação técnica, por exemplo, seria uma medida que facilitaria este planejamento.  
Sergipe

A empresa familiar como sendo aquela organização empresarial que tem sua origem e sua história vinculadas a uma mesma família há pelo menos duas gerações, ou aquela que mantém membros da família na administração dos negócios, ou seja, empresa que é controlada e/ou administrada por membros de uma família se tornou uma realidade comum aqui no estado.

Um exemplo de empresa familiar em Sergipe e que presta serviços na área da Educação é o Colégio do Salvador, que desde o início da década de 30, quando uma das doze filhas do casal José Leite e Anísia, que compunham a família Galrão, mudarem-se da Bahia para Sergipe, resolveu abrir um colégio. Tendo concluído o curso pedagógico na Bahia e mudado para Aracaju, onde começou a dar aulas particulares para alguns jovens e crianças, Zilda, deu início à história do colégio em 1935.

De acordo com o sócio administrador do colégio, Antônio Marcolino Neto, o colégio pode ser considerado do tipo tradicional e de porte pequeno. Para Marcolino, Cada tipo de empresa familiar depende de como a empresa começou e cresceu. “Creio que a mais recorrente no Estado de Sergipe seria a ‘híbrida’, no entanto temos muitas outras tradicionais”, afirma.
Essa administração do colégio já está na terceira geração, e segundo o sócio administrador, “não tem como, em qualquer instituição, funcionar sem planejamento. Isso é algo essencial para qualquer organização”, considera ele.

Saiba MAIS
De acordo com o artigo “Tendências da Empresa Familiares no Mundo”, as empresas controladas e administradas por familiares são responsáveis por mais da metade dos empregos e, dependendo do país, geram de metade a dois terços do PIB. Nos Estados Unidos, a maioria das empresas é controlada e administrada por famílias, sendo responsáveis por 59% do emprego, 78% dos novos empregos e 27 milhões de pessoas que nelas trabalham.

Na Alemanha, as empresas familiares concentram-se nos três milhões de pequenas e médias empresas do Mittlestand, têm em média menos de cem funcionários e respondem por metade do faturamento e por dois terços do emprego do setor industrial, dentre elas, quinhentas dominam nichos mundiais em produtos avançados de alta qualidade.

 No Brasil, 3,5 milhões de empresas familiares geram dois milhões de empregos diretos; das trezentas maiores empresas do país, 280 são familiares, com projeções de chegar a sete milhões de empregos até 20066. Esses dados confirmam que a empresa familiar, em qualquer lugar do mundo, é o grande canal para que uma região se desenvolva; são dados preliminares indicadores da sua relevância e importância para o processo econômico e social em geral.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Curso técnico é um “degrau” para o mercado de trabalho


Por Aline Bittencourt/Network Editora
Uma recente pesquisa, da Confederação Nacional das Indústrias, mostra que 61% das empresas pesquisadas estão capacitando seus próprios técnicos. O mercado de trabalho necessita urgente de qualificação, coisa que o Ensino Superior não traz em curto prazo. Os cursos profissionalizantes são uma boa pedida para aqueles que desejam encurtar o caminho para o tão esperado emprego. É que a experiência que o curso técnico oferece, no sentindo da vivência e da rotina mesmo do trabalho, é um dos principais fatores para que as pessoas optem fazer um curso profissionalizante.

O salário também compensa, e esse tem sido o fator a ser considerado pelos que optam o ensino técnico. O caminho muitas vezes indicado, é dar um passo de cada vez. Fazer um curso técnico, conseguir um bom emprego e depois investir em cursos de especialização, incluindo o curso superior mais adequado.

Os empresários devem, sim, ficar de olho nesses profissionais técnicos, pois são eles que trazem a prática como um ponto positivo a ser considerado. A gerente da Divisão de Educação Profissional do SENAC, Dayse Góes Prado, diz que o viável é que o curso técnico seja o “degrau” para quem tem interesse em se colocar logo no mercado de trabalho.

“O ensino técnico não precisa ser o fim da linha. É só uma forma de se profissionalizar. Dá para continuar estudando e entrar numa universidade. As escolas deveriam, bem cedo, ainda no ensino fundamental, aconselhar, ajudar o estudante a enxergar essa possibilidade”, aconselha ela.

Numa entrevista exclusiva ao site Informe Network, a gerente da Divisão de Educação Profissional do SENAC revela o porquê da escolha de muitos pelos cursos profissionalizantes e explica questões como a diferença salarial e as oportunidades de emprego. 


Muitos dizem que o mercado de trabalho está escasso, mas, em contra partida, o mercado de trabalho diz que falta qualificação. O que acha sobre isso?
Dayse Góes: Creio que seja necessária uma maior aproximação entre as escolas profissionalizantes e o mundo produtivo, ou seja, quem emprega. Com a finalidade de alinhar as necessidades produtivas das formações técnicas. 
É verdade que há uma diferença salarial e por conta disso muitos estão preferindo os cursos técnicos? 
Dayse Góes: O levantamento utiliza dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) de 2007 e da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), entre 2002 e 2010.
Segundo dados da pesquisa, a proporção daqueles que declaram trabalhar após os cursos é 33% maior entre os tecnólogos com nível superior. Além disso, os salários são 12,94% maiores para aqueles com educação profissional.
As pessoas que freqüentaram cursos profissionalizantes apresentam, em geral, melhores resultados no trabalho que os demais: uma taxa de ocupação de 71,6% contra 53,1% e um salário mensal médio de R$ 845 contra R$ 434. Há uma hierarquia de salários entre os diferentes níveis de educação profissionalizante: R$ 742 para qualificação profissional, R$ 1.258 para técnicos de Ensino Médio e R$ 2.680 para tecnólogos de nível superior.
A pesquisa concluiu que no total daqueles que fizeram cursos profissionalizantes, 62,58% trabalham na mesma área do curso.
Quais os cursos profissionalizantes oferecidos pelo Senac? Os alunos saem com garantia de emprego?
Dayse Góes: Possuímos diversos cursos. Aproximadamente 500 títulos diferentes em segmentos como Comércio, Gestão, Beleza, Saúde, Moda e Informática dentre outros. Cursos como Auxiliar de Limpeza, Porteiro, Garçom e Cozinheiro são ocupações que permitem a entrada no mercado de trabalho de forma rápida.
Os cursos profissionalizantes são uma alternativa para quem quer entrar mais rápido no mercado de trabalho. Principalmente para jovens que não têm condições financeiras para investir em uma faculdade de maior duração, essa pode ser uma solução. Além disso, proporcionam uma maior facilidade de conciliar o trabalho e estudo.

Quais os cursos técnicos mais procurados?
Dayse Góes: Os cursos técnicos mais procurados são Técnico em Transações Imobiliárias , Técnico em Logística, Técnico em Enfermagem.

Existe uma porcentagem de quantos (que se formaram em cursos técnicos ou profissionalizantes) já estão atuando no mercado de trabalho?
Dayse Góes: Estamos iniciando um Programa Banco de Oportunidades que trata do encaminhamento dos egressos (ex-alunos) ao mercado de trabalho. Através desse Programa, teremos números corretos que demonstrem a eficácia dos cursos do SENAC Sergipe.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

12 IDÉIAS PRÁTICAS PARA CONQUISTAR CLIENTES.

ESCRITO POR:
     








 












1. Invista em treinamento constante para qualificar melhor aqueles que atendem ao público, pois se tivermos bons produtos e não houver qualidade no atendimento, estaremos estragando o valor percebido pelos clientes. Entretanto, se nossos produtos não forem os melhores, mas se o nosso atendimento for o melhor, então estaremos agregando valor e isto será percebido pelos nossos clientes.

2. Conheça bem os seus produtos e os benefícios que os mesmos proporcionam, e assegure-se que sua equipe transmita as informações adequadas para os seus clientes. É péssimo para a empresa quando os colaboradores não prestam as informações corretas, ou quando deixam de oferecer algo por desconhecimento técnico, ou ainda que não consigam vender por não saber expor os benefícios que os produtos possam oferecer para melhorar a vida dos nossos clientes.

3. Trabalhe para a construção da fidelidade dos funcionários para com a empresa, pois se eles não compram e consomem os produtos da empresa, certamente não acreditam e não valorizam os mesmos, o que significa que não vendem bem.

4. Busque em primeiro lugar servir aos seus clientes e depois buscar vender o que deseja. Pense juntamente com sua equipe, quais seriam as melhores formas de contribuir com seus clientes, de tal forma que surjam idéias que sejam boas e práticas. Lembre-se de implementar as mesmas sempre que puder.

5. Invista tempo para obter o feedback dos clientes, buscando informações que possam melhorar seus serviços e produtos. Opte por buscar o feedback de maneira simples e através de contato pessoal. Também é muito válido buscar o apoio de uma consultoria para realizar este serviço, pois podem obter informações que os clientes não queiram passar diretamente, ou por compreenderem quais os dados mais importantes a serem buscados e as melhores formas de obtê-los.

6. Aja com grande boa vontade e simpatia para atender as solicitações de seus clientes, respondendo sempre com rapidez, honestidade e respeito. Tenha tempo e inteligência para motivar a sua equipe a trabalhar com maior prazer e profissionalismo. Estimule a sua equipe a agir corretamente.

7. Invista tempo e dinheiro para conquistar clientes que estavam afastados da empresa ( nunca os considere perdidos ). De alguma forma busque resgatar sua atenção e reconquistá-lo. Quanto surgir reclamações que desconhecia, não deixe de pedir desculpas e de reparar o que for possível, da melhor maneira que puder.

8. Concentre maior atenção para manter a fidelidade dos atuais clientes, investindo tempo, dinheiro e
energia para satisfazê-los, pois depois de perder a atenção dos mesmos, custará muito mais reconquistá-los.

9. Melhore constantemente o visual da empresa, tanto externo quanto interno. O visual interno e externo da empresa deverá transmitir a imagem adequada ao seu ramo de atuação e ao público-alvo que deseja possuir com cliente.

10. Cuide bem da apresentação visual dos colaboradores, e isto inclui a todos, desde a direção até a faxineira. O visual deve servir para transmitir a idéia de profissionalismo, responsabilidade e limpeza, ou, conforme os interesses e o público-alvo da empresa, o visual deve focar aquilo que é importante para transmitir a mensagem adequada.

11. A cada duas semanas procure destacar alguns produtos para que seus clientes conheçam o que você tem a oferecer, e organize a empresa com os produtos colocados de forma inteligente, prática e por grupos de produtos. Os grupos de produtos que são complementares devem ficar próximos uns dos outros.

12. Delegue poder e condições para que os seus funcionários da linha de frente possam atender com qualidade, competência e rapidez. Eles precisam saber o que se espera deles, bem como até onde podem agir com o apoio da empresa.

Atender bem não significa vender rápido para poder atender a outro, mas atender de tal forma que o cliente se sinta especial e tenha a certeza de que pode contar com a experiência e honestidade daqueles que o atendem. Obviamente há muito mais a ser dito e feito, mas o que desejamos é poder contribuir com idéias simples que possam ajudá-lo a conquistar e manter os clientes que deseja.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Sergipe tem recorde na abertura de empresa


O número de novos empreendimentos no estado cresceu 21,30%


A crescente economia de Sergipe e o incentivo governamental às empresas que desejam se instalar aqui são alguns dos fatores para que o setor esteja cada vez mais ganhando força. Além disso, a melhoria no atendimento ao público é um dos grandes incentivadores para esse crescimento. Segundo o presidente da Junta Comercial de Sergipe (Jucese), Vinícius Mazza, isso tudo está aliado a uma política de qualidade na execução dos atos de Registro.

“Disponibilizamos todos os recursos humanos e tecnológicos necessários para consolidar dados arquivos e conservar documentos da Legislação vigente, sempre usando o crescimento institucional e a real satisfação dos interesses da sociedade”, ressalta Vinícius Mazza.

Foi divulgado pela Junta Comercial de Sergipe que somente neste ano já foram abertas 3279 empresas, entre janeiro e agosto, contra 3017 no mesmo período de 2010. Um percentual de 21,30% comparando com o mesmo período do ano de 2010, quando foram abertas 460 empresas.

De acordo com o secretário Zeca da Silva, da Sedetec, as parcerias com diversos órgãos públicos têm facilitado a vida dos empresários e contribuído para o resultado positivo na economia sergipana. “Atuamos no sentido de desburocratizar e facilitar a vida do empreendedor, com ações inovadoras, a exemplo da REDESIM, que congrega diversos órgãos essenciais para a oficialização de um novo negócio”, afirma o secretário.

E completa, “Além de tudo, temos uma seriedade fiscal por parte do governo, que serve de bom exemplo e de incentivo ao empresário, seja aquele já estabelecido, seja aquele que pretende iniciar as atividades de sua empresa. Em suma, o ambiente em Sergipe é muito favorável aos negócios e isso se reflete nos recordes sucessivos que temos alcançado”.


Com informações da Ascom Jucese

Tome Decisões!


Escrito por:





Artigo dedicado a Renata Dantas, a quem desejo ótimas decisões em seu futuro.
Recentemente fui solicitado por uma amiga para oferecer alguns conselhos acerca de sua carreira profissional. Apesar de tê-la alertado de que esta área não era o meu forte, resolvi ajudá-la e qual foi minha surpresa quando percebi que, ressalvadas suas devidas especificidades, a tomada de decisão acerca da carreira e a tomada de decisão em empresas tem alguns pontos em comum bem interessantes.
Nas duas situações é preciso ter em mente algo muito importante: o futuro e a realidade vivida pela empresa ou profissional dependem basicamente deles mesmos, de suas decisões. Não raro sentimos um forte impulso em tentar nos confortar em idéias, como “não viemos a este mundo para sofrer” ou “isto é uma questão de destino”, que podem ter um efeito perigosíssimo que é a acomodação.
Não tenho nada contra o otimismo, acho que ele é essencial para continuarmos seguindo em frente, mas no fim das contas nossa realidade é determinada pelas nossas decisões e estas são tomadas com base no que conhecemos de nós mesmos e do ambiente a nossa volta (não por acaso que utilizamos a análise S.W.O.T.[1] quando fazemos o planejamento estratégico de uma empresa).
Neste sentido, o sucesso é produto de um bom entendimento destes dois aspectos e de uma boa capacidade de tomar decisões. E a capacidade de tomada de decisão só se aprende de uma forma: tomando decisões! Com o tempo começa-se a entender a importância de persistir em boa decisão, como também de aprender com erros de uma decisão ruim.
Então, se você não está tão contente com os rumos que sua carreira ou negócio tomou, lembre-se que eles foram frutos de suas decisões e que é também através delas que você pode promover uma reviravolta completa e um futuro mais satisfatório.


[1] A análise S.W.O.T. (Strengths, Weaknesses, Opportunities, Threats), também conhecida como análise F.O.F.A (Forças, Oportunidades, Fraquezas, Ameaças) consiste em uma análise de cenário em que fatores internos e externos são considerados para auxiliar na composição da estratégia da empresa.