quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Líder ou RH: quem é o responsável pela Gestão de Pessoas?






 


Para muitos líderes de equipe a responsabilidade pela Gestão de Pessoas é do RH.
Deste modo, na demissão de um colaborador ou quando julgamos um mal desempenho de um funcionário, logo culpamos o RH pelo desligamento ou contratação. Porém ao comparar os conceitos de Liderança e Gestão de Pessoas, por parte de vários autores, notamos que estes apresentam grande semelhança.
Para James Hunter, liderança é:

"É a habilidade de influenciar pessoas para trabalharem entusiasticamente visando atingir aos objetivos identificados como sendo para o bem comum".
Já em se tratando de Gestão de Pessoas, Antônio Carlos Gil afirma:

"Gestão de Pessoas é a função gerencial que visa à cooperação das pessoas que atuam nas organizações para o alcance dos objetivos tanto organizacionais quanto individuais".


Para Fisher e Fleury, Gestão de Pessoas é:

"O conjunto de políticas e práticas definidas de uma organização para orientar o comportamento humano e as relações interpessoais no ambiente de trabalho".

Numa análise histórica podemos afirmar que a Gestão de Pessoas constitui-se uma evolução de áreas outrora denominadas de Administração de Pessoal, Relações Industriais e Administração de Recursos Humanos. Deste modo, podemos apresentar esta evolução em fases, como segue abaixo.
I. Administração de Pessoal: cargos pobres, sem produção intelectual, foco em rotinas legais e de pagamento.
II. Relações Industriais: excessiva especialização do trabalhador ao cargo e abertura de espaço para negociação. Foco nas rotinas: legais, de pagamento e de conciliação.
III. Administração de Recursos Humanos: necessidade de formação e controles rígidos e apurados.
IV. Gestão de Pessoas: necessidade de coordenar pessoas, integrando e desenvolvendo o potencial dos funcionários, orientando para o alcance dos objetivos e das metas organizacionais e individuais.

Como vimos, o papel da área de RH mudou muito, deixando de ser focado apenas em atividades tradicionais como contratação, demissão e remuneração de pessoas.

Esta área é fundamental para o desenvolvimento e alcance das metas e objetivos estratégicos da organização, por isso seu papel é estratégico e deve ter como foco resultados, agregar valor à empresa.

Mas como coordenar, integrar e desenvolver o potencial de tantas pessoas que atuam nas organizações?

A resposta é simples: através dos líderes que atuam entre os níveis táticos e operacionais. O RH, no contexto atual da Gestão de Pessoas, tem a função de staff, sendo do líder a função de linha.

Veja no quadro abaixo a comparação entre os papeis do RH e dos Líderes de Equipe e seu interrelacionamento, demonstrando que o RH assume a função de staff e contribuindo para o sucesso do trabalho dos líderes:


Lembre-se: O RH assume uma posição de staff, onde o papel de gestor de pessoas deve ser desempenhado por cada líder junto a sua equipe!




DANILO MENEZES BARRETO

Diretor geral da PRIME CONSULTORIA & EVENTOS, consultor na área de Recrutamento e Seleção, Recolocação no Mercado e na Administração, supervisão, manutenção e gerenciamento de equipes, negociador, coordenador e organizador de eventos, cursos In Company, cursos abertos e fechados, seminários e palestras. Participa na elaboração e execução de treinamentos em Organização e Técnicas de Vendas / Liderança e Motivação, HeadHunter. Psicólogo organizacional e  psicólogo perito do trânsito. Dedica-se ao associativismo, onde é integrante da ABRH-SE (Associação Brasileira de Recursos Humanos) desde 2008 e atualmente está Conselheiro Fiscal (2010 a 2012). Diretor de Eventos e Integração do Conselho de Jovens Empresários Sergipe - CJE (2010 a 2012) e Conselheiro da CONAJE - Confederação Nacional dos Jovens Empresários (2011 a 2013), onde se reúne com empresários de todo o país para difundir a cultura do empreendedorismo.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Empreendedorismo: abra seu próprio negócio


Aline Bittencourt / Network Editora
Abrir seu próprio negócio, esse é o sonho de muita gente, e, para quem já trabalhou anos e anos como funcionário de uma empresa, sabe muito bem do que estou falando. Ter sua empresa se constitui no desejo de um número grande de pessoas, mas, ser empreendedor não é para todo mundo. Diga-se de passagem, é preciso ainda que os novos empreendedores contem com o apoio e orientação de profissionais qualificados.

O conhecimento sobre a realidade de mercado é um dos principais pontos a ser considerado pelo perfil empreendedor. Ele deve ter em mente que seu negócio é sim, algo viável ou não. Por exemplo, o futuro empresário tem que ter um estudo de caso da área onde pretende atuar, perceber ainda, se já não está demasiadamente “inchado”. Dessa forma, sua chance de se dar bem no mercado, cresce consideravelmente.

Fique ligado

Outro ponto importante é a linha de crédito. Para cada transação, existe uma opção mais ou menos adequada. Financiamentos para pessoa física, para compra de imóvel alugado, carência de banco, enfim, cada opção deve ser avaliada com cuidado.

Os cursos de aperfeiçoamento também são uma boa pedida. Os empreendedores devem participar de seminários, palestras, cursos que ampliem suas habilidades. O sucesso de uma empresa está justamente na habilidade de criação e administração do seu negócio. Por isso, é indicado para empresários e empreendedores que planejam iniciar um negócio ou modificar seu comportamento enquanto empresário.

Quero Abrir um Negócio

Em Sergipe, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas-SEBRAE, disponibiliza todo um roteiro com dicas para facilitar a vida do futuro empresário. De acordo com o Sebrae, o site chamado ‘Quero Abrir um Negócio’, ajuda quem não sabe por onde começar e aquele que já escolheu em que ramo atuar.

O site traz dicas desde como reconhecer as características de um empreendedor até, o que é necessário para formalizar o empreendimento, ou seja, registrar seu negócio.


segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Câmara de Dirigentes Lojistas de Aracaju tira suas dúvidas sobre o SPC


De acordo com a lei, em vigência, nº 8.078, de 11 de setembro de 1990 – o Código de Defesa do Consumidor estabelece que, caso não haja regularização dos débitos, a permanência do nome da pessoa devedora fica nos registros de cadastro negativo do SPC por 5 anos. O assunto gera muitas dúvidas como, por exemplo, o que fazer para adquirir novamente o crédito; quais os procedimentos para a regularização das dívidas, enfim, essa questão acerca do SPC confunde e deixa muita gente sem saber o que fazer.
Por isso, o Informe Network procurou a Câmara de Dirigentes Lojistas de Aracaju – CDL, para tirar todas as suas dúvidas sobre a negativação do seu nome.
I.N.: Como saberei quando se inicia a vigência do período de 05 anos, para poder adquirir linhas de crédito novamente?
CDL: O período de 05 anos, se inicia a partir da data de vencimento do título protestado e em aberto.
 I.N.: Como se deve proceder para regularizar dívidas e retirar o nome do SPC?
CDL: O primeiro passo é certificar-se da veracidade da existência da dívida e o valor corrigido do montante devido junto ao credor. Em seguida você deve procurar o mesmo para negociação da dívida e encontrar a  melhor forma de quitação do débito para ambas as partes.
I.N.:  Após negociado e efetivado o pagamento da dívida, por quanto tempo o nome é excluso do cadastro negativo do SPC? 
CDL: Após negociada e quitada a dívida, o credor tem até 05 dias úteis para comunicar e efetivar a retirada do seu nome do SPC.
I.N.: Depois de já ter quitado a dívida e o nome continuar no SPC, como deve proceder? 
CDL: Inicialmente você deve procurar o credor, munido de toda a documentação referente ao débito e solicitar que seja feita a sua retirada do seu nome do sistema, caso ainda persista, você deve procurar o Serviço de Proteção ao Crédito de sua cidade, de porte da mesma documentação de quitação da dívida.
I.N.: O que acontece caso o estabelecimento que a pessoa deve decretar falência (fechar)?
CDL: Automaticamente todos os devedores são retirados do sistema e ficam com seus nomes sem restrições.
I.N.:O que significa ter o nome com "excesso de consultas"?
CDL: Indica que uma pessoa está efetivando compras em vários estabelecimentos comerciais, a praticar uma modalidade de crédito que seja exigida a consulta. 
I.N: Depois de consumada toda a prescrição relativa à cobrança de débitos, ainda pode-se sofrer restrições?
CDL: NÃO. É vetado, POR LEI, qualquer tipo de restrição, retaliação, intimidação ou discriminação, que possam impedir ou dificultar novo acesso ao crédito junto à fornecedores. 

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Uma grande marca não nasce se faz!!!


Por Aline Bittencourt/Network Editora

De acordo com o artigo de Silma Gois sobre Marketing Pessoal, “uma marca não nasce ela é construída com o tempo...” Tomando essa afirmativa como princípio para o sucesso e credibilidade de uma empresa, pode-se aplicar como exemplo, aqui em Sergipe, a Rede de Cooperação da Cadeia Produtiva de Petróleo e Gás - Rede Petrogas-SE.

Resultantes do convênio entre Petrobras e Sebrae, as redes estaduais de cooperação empresarial visam aumentar a competitividade de empresas fornecedoras de bens e serviços da cadeia de petróleo e gás natural.  

“Empresários de microempresas que prestavam serviços terceirizados para a Petrobras, em diversas áreas, vinham se reunindo desde 1998 e discutindo a melhora na qualidade dos serviços”, diz a gestora do projeto de petróleo e gás do Sebrae em Sergipe, Ana Lúcia Nunes.

Ela explica que nessas reuniões, com a participação de empresas, instituições e órgãos participantes direta ou indiretamente da Cadeia Produtiva do Petróleo e Gás de Sergipe, foram detectados os principais gargalos e potencialidades do setor. 

“No ano de 2003, um grupo de dez pequenos empresários, formado em sua maioria por profissionais egressos da Petrobras, fez a seguinte indagação: como as pequenas empresas poderiam se fortalecer para ampliar a participação em um segmento tão competitivo como o do petróleo e gás, no qual prevalecia a grande empresa?”, conta a gestora.

Foi a partir daí que a Rede Petrogas começou a estruturar-se em 2003, depois de uma ação coordenada pelo Sebrae/SE e Petrobras, na qual realizaram um diagnóstico da cadeia de petróleo e gás. 

Papel importante
A Petrobras teve um importante papel na economia sergipana, sendo a responsável por 40% do PIB industrial. Desde a sua fundação a Rede Petrogas-SE tem buscado interagir e se integrar a outras redes no Estado e no Brasil, a exemplo da Rede Sergipe de Tecnologia, da Rede de Metrologia de Sergipe e das demais redes petro, buscando assim o fortalecimento e o desenvolvimento de suas atividades e de seus associados. 

Atualmente a Rede é composta por instituições de fomento, universidades, governos, grandes e médias empresas, lideradas pela Petrobras, e pequenas empresas fornecedoras. São elas: Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - SENAI; INSTITUTO EUVALDO LODI; Petróleo Brasileiro - Petrobras; Universidade Federal de Sergipe - UFS; Universidade Tiradentes – UNIT.

Empreendedores individuais
O Sebrae e a Petrobras possuem um projeto com potenciais empreendedores individuais para que se tornem fornecedores da estatal de petróleo. O Empreendedor Individual abrange mais de 400 atividades desenvolvidas por empreendedores por conta própria.

Entre essas atividades estão pipoqueiro, chaveiro, marceneiro, serralheiro, montador de esquadrias, podador de árvores, carroceiro e barqueiro. Conforme a gestora do projeto de petróleo e gás do Sebrae em Sergipe, Ana Lúcia Nunes, a seleção dos municípios participantes da ação leva em conta a situação socioeconômica da cidade, onde a maioria dos negócios são informais.

“Tomamos por base, ainda, o comprometimento dos gestores públicos com o apoio e incentivo ao desenvolvimento municipal por meio dos micro e pequenos negócios", garante Ana Lúcia.

Fornecedores locais

Para quem deseja fazer parte dos fornecedores locais, o Sebrae disponibiliza o link que está na capa do portal e na página de Petróleo e Gás, localizada ao lado direito do site.
É só acessar www.se.sebrae.com.br

Com informações da Agência Sebrae