terça-feira, 18 de outubro de 2011

Empreendedorismo: abra seu próprio negócio


Aline Bittencourt / Network Editora
Abrir seu próprio negócio, esse é o sonho de muita gente, e, para quem já trabalhou anos e anos como funcionário de uma empresa, sabe muito bem do que estou falando. Ter sua empresa se constitui no desejo de um número grande de pessoas, mas, ser empreendedor não é para todo mundo. Diga-se de passagem, é preciso ainda que os novos empreendedores contem com o apoio e orientação de profissionais qualificados.

O conhecimento sobre a realidade de mercado é um dos principais pontos a ser considerado pelo perfil empreendedor. Ele deve ter em mente que seu negócio é sim, algo viável ou não. Por exemplo, o futuro empresário tem que ter um estudo de caso da área onde pretende atuar, perceber ainda, se já não está demasiadamente “inchado”. Dessa forma, sua chance de se dar bem no mercado, cresce consideravelmente.

Fique ligado

Outro ponto importante é a linha de crédito. Para cada transação, existe uma opção mais ou menos adequada. Financiamentos para pessoa física, para compra de imóvel alugado, carência de banco, enfim, cada opção deve ser avaliada com cuidado.

Os cursos de aperfeiçoamento também são uma boa pedida. Os empreendedores devem participar de seminários, palestras, cursos que ampliem suas habilidades. O sucesso de uma empresa está justamente na habilidade de criação e administração do seu negócio. Por isso, é indicado para empresários e empreendedores que planejam iniciar um negócio ou modificar seu comportamento enquanto empresário.

Quero Abrir um Negócio

Em Sergipe, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas-SEBRAE, disponibiliza todo um roteiro com dicas para facilitar a vida do futuro empresário. De acordo com o Sebrae, o site chamado ‘Quero Abrir um Negócio’, ajuda quem não sabe por onde começar e aquele que já escolheu em que ramo atuar.

O site traz dicas desde como reconhecer as características de um empreendedor até, o que é necessário para formalizar o empreendimento, ou seja, registrar seu negócio.


segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Câmara de Dirigentes Lojistas de Aracaju tira suas dúvidas sobre o SPC


De acordo com a lei, em vigência, nº 8.078, de 11 de setembro de 1990 – o Código de Defesa do Consumidor estabelece que, caso não haja regularização dos débitos, a permanência do nome da pessoa devedora fica nos registros de cadastro negativo do SPC por 5 anos. O assunto gera muitas dúvidas como, por exemplo, o que fazer para adquirir novamente o crédito; quais os procedimentos para a regularização das dívidas, enfim, essa questão acerca do SPC confunde e deixa muita gente sem saber o que fazer.
Por isso, o Informe Network procurou a Câmara de Dirigentes Lojistas de Aracaju – CDL, para tirar todas as suas dúvidas sobre a negativação do seu nome.
I.N.: Como saberei quando se inicia a vigência do período de 05 anos, para poder adquirir linhas de crédito novamente?
CDL: O período de 05 anos, se inicia a partir da data de vencimento do título protestado e em aberto.
 I.N.: Como se deve proceder para regularizar dívidas e retirar o nome do SPC?
CDL: O primeiro passo é certificar-se da veracidade da existência da dívida e o valor corrigido do montante devido junto ao credor. Em seguida você deve procurar o mesmo para negociação da dívida e encontrar a  melhor forma de quitação do débito para ambas as partes.
I.N.:  Após negociado e efetivado o pagamento da dívida, por quanto tempo o nome é excluso do cadastro negativo do SPC? 
CDL: Após negociada e quitada a dívida, o credor tem até 05 dias úteis para comunicar e efetivar a retirada do seu nome do SPC.
I.N.: Depois de já ter quitado a dívida e o nome continuar no SPC, como deve proceder? 
CDL: Inicialmente você deve procurar o credor, munido de toda a documentação referente ao débito e solicitar que seja feita a sua retirada do seu nome do sistema, caso ainda persista, você deve procurar o Serviço de Proteção ao Crédito de sua cidade, de porte da mesma documentação de quitação da dívida.
I.N.: O que acontece caso o estabelecimento que a pessoa deve decretar falência (fechar)?
CDL: Automaticamente todos os devedores são retirados do sistema e ficam com seus nomes sem restrições.
I.N.:O que significa ter o nome com "excesso de consultas"?
CDL: Indica que uma pessoa está efetivando compras em vários estabelecimentos comerciais, a praticar uma modalidade de crédito que seja exigida a consulta. 
I.N: Depois de consumada toda a prescrição relativa à cobrança de débitos, ainda pode-se sofrer restrições?
CDL: NÃO. É vetado, POR LEI, qualquer tipo de restrição, retaliação, intimidação ou discriminação, que possam impedir ou dificultar novo acesso ao crédito junto à fornecedores. 

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Uma grande marca não nasce se faz!!!


Por Aline Bittencourt/Network Editora

De acordo com o artigo de Silma Gois sobre Marketing Pessoal, “uma marca não nasce ela é construída com o tempo...” Tomando essa afirmativa como princípio para o sucesso e credibilidade de uma empresa, pode-se aplicar como exemplo, aqui em Sergipe, a Rede de Cooperação da Cadeia Produtiva de Petróleo e Gás - Rede Petrogas-SE.

Resultantes do convênio entre Petrobras e Sebrae, as redes estaduais de cooperação empresarial visam aumentar a competitividade de empresas fornecedoras de bens e serviços da cadeia de petróleo e gás natural.  

“Empresários de microempresas que prestavam serviços terceirizados para a Petrobras, em diversas áreas, vinham se reunindo desde 1998 e discutindo a melhora na qualidade dos serviços”, diz a gestora do projeto de petróleo e gás do Sebrae em Sergipe, Ana Lúcia Nunes.

Ela explica que nessas reuniões, com a participação de empresas, instituições e órgãos participantes direta ou indiretamente da Cadeia Produtiva do Petróleo e Gás de Sergipe, foram detectados os principais gargalos e potencialidades do setor. 

“No ano de 2003, um grupo de dez pequenos empresários, formado em sua maioria por profissionais egressos da Petrobras, fez a seguinte indagação: como as pequenas empresas poderiam se fortalecer para ampliar a participação em um segmento tão competitivo como o do petróleo e gás, no qual prevalecia a grande empresa?”, conta a gestora.

Foi a partir daí que a Rede Petrogas começou a estruturar-se em 2003, depois de uma ação coordenada pelo Sebrae/SE e Petrobras, na qual realizaram um diagnóstico da cadeia de petróleo e gás. 

Papel importante
A Petrobras teve um importante papel na economia sergipana, sendo a responsável por 40% do PIB industrial. Desde a sua fundação a Rede Petrogas-SE tem buscado interagir e se integrar a outras redes no Estado e no Brasil, a exemplo da Rede Sergipe de Tecnologia, da Rede de Metrologia de Sergipe e das demais redes petro, buscando assim o fortalecimento e o desenvolvimento de suas atividades e de seus associados. 

Atualmente a Rede é composta por instituições de fomento, universidades, governos, grandes e médias empresas, lideradas pela Petrobras, e pequenas empresas fornecedoras. São elas: Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - SENAI; INSTITUTO EUVALDO LODI; Petróleo Brasileiro - Petrobras; Universidade Federal de Sergipe - UFS; Universidade Tiradentes – UNIT.

Empreendedores individuais
O Sebrae e a Petrobras possuem um projeto com potenciais empreendedores individuais para que se tornem fornecedores da estatal de petróleo. O Empreendedor Individual abrange mais de 400 atividades desenvolvidas por empreendedores por conta própria.

Entre essas atividades estão pipoqueiro, chaveiro, marceneiro, serralheiro, montador de esquadrias, podador de árvores, carroceiro e barqueiro. Conforme a gestora do projeto de petróleo e gás do Sebrae em Sergipe, Ana Lúcia Nunes, a seleção dos municípios participantes da ação leva em conta a situação socioeconômica da cidade, onde a maioria dos negócios são informais.

“Tomamos por base, ainda, o comprometimento dos gestores públicos com o apoio e incentivo ao desenvolvimento municipal por meio dos micro e pequenos negócios", garante Ana Lúcia.

Fornecedores locais

Para quem deseja fazer parte dos fornecedores locais, o Sebrae disponibiliza o link que está na capa do portal e na página de Petróleo e Gás, localizada ao lado direito do site.
É só acessar www.se.sebrae.com.br

Com informações da Agência Sebrae

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Vaidade dos sergipanos, boa oportunidade para ganhar dinheiro

Por Aline Bittencourt/ Network Editora

É bem verdade que os produtos de beleza são hoje, peça fundamental nas necessaires masculinas e femininas. A vaidade se tornou protagonista no dia-a-dia dos brasileiros, e por conta disso a indústria da estética vem se fortalecendo, ganhando forma, e até CNPJ.

Pois é, nos últimos meses ficou comprovado o tamanho da vaidade dos brasileiros com o aumento dos empreendimentos no mercado da estética. Esse setor da economia vem ganhando cada vez mais fôlego. Segundo pesquisas da Fecomercio e do IBGE, no Brasil, são gastos em média, cerca de R$ 1 bilhão por mês em serviços de beleza.

A “vaidade” se tornou um das melhores formas de se ganhar dinheiro. Seja cabeleireiros, maquiadores, manicures ou qualquer profissão relacionada a esse setor, unindo bons produtos, serviço de qualidade e um espírito empreendedor, pode-se faturar uma ótima renda.

 Em Sergipe essa realidade está cada vez mais encorpada. É que os sergipanos estão mais do que nunca preocupados com a beleza. A cabeleireira e dona de um salão de beleza em Aracaju garante um ótimo retorno financeiro aos que se interessam pelo meio. “Quando se percebe um aumento na procura por qualquer serviço, é normal que apareça quem queira oferecê-lo. A diferença está na qualidade e na variedade. Comecei escovando cabelos e fazendo unhas em minha casa, agora, já conseguir abrir meu próprio salão e ainda contratar uma funcionária”, afirma Mari.

Capacitação
Para começar um negócio e para que ele dê certo, é preciso capacitação. Existe um leque de possibilidades para quem quer dar um salto em sua renda, uma delas são os cursos que oferecem capacitação rápida e de qualidade e garantem a entrada de profissionais e empreendedores no mercado.
Aqui no estado, o Senac oferece cursos de técnicas de maquiagem, cabeleireiro, depilador, embelezamento das mãos e pés, unhas decoradas, entre outros.  Para mais informações sobre valores e horários ir na sede do Senac ou ligar para os números abaixo.

SENAC Sergipe
Av. Ivo do Prado, 564 – São José
Recife/PE - CEP: 49015 – 070
3212-1560/ 1561

Negócio hereditário!


Saiba quais as características e as tendências das empresas familiares


Por Aline Bittencourt/ Network Editora
Em todo o mundo há empresas familiares que se sobressaíram nos negócios. Capazes de alavancar o processo econômico social e geral de uma região, os ditos negócios hereditários são uma crescente em vários setores da economia, seja mundial, brasileira e até mesmo sergipana. Aqui no Estado de Sergipe, pode-se constatar um número considerável de pequenas e micros empresas onde a família são parte fundamental e as vezes integral do organograma empresarial.

Apesar de o Nordeste ter uma economia forte voltada para a atividade agrícola, os setores secundários e terciários estão cada vez mais crescentes em SE. Novas oportunidades para pequenas e médias empresas estão sendo abertas pela terceirização de diversas atividades, por parte de grandes empresas.

Podem-se destacar três tipos básicos de empresa familiar: a tradicional, que mais corresponde ao estereótipo da instituição, o capital é fechado, existe pouca transparência administrativa e financeira e a família exerce um domínio completo sobre os negócios; a híbrida, onde o capital é aberto, mas a família ainda detém o controle, havendo, contudo, maior transparência e participação na administração por profissionais não familiares; e a de influência familiar, em que a maioria das ações está em poder do mercado, mas a família, mesmo afastada da administração cotidiana, mantém uma influência estratégica através de participação acionária significativa.

Aqui em Sergipe, o perfil das empresas familiares está mais próximo ao tipo ‘tradicional’ e ‘híbrido’. Por merecer lugar de destaque, a questão sucessória para alguns estudiosos, é o fator primordial para uma empresa ser considerada familiar. De acordo com alguns desses estudiosos, uma empresa só se transforma numa “verdadeira” empresa familiar quando consegue passar o controle para a segunda geração. Segundo um levantamento tratando de empresas familiares na Comunidade Europeia, mostra que somente três em cada 10 conseguem vencer esta etapa, e somente metade dessas alcançarão a terceira geração.

Globalização

Quando se fala em empresa familiar, é considerado que existem desde pequenas e médias empresas, especializadas e altamente competitivas, ocupando posições de destaque em nichos do mercado mundial. Mas, para se fortalecerem e conseguirem enfrentar os desafios postos pela globalização, a profissionalização da administração tem sido colocada como principal condição para que os sucessores dessas empresas familiares consigam tocá-la em frente.

O planejamento e a reformulação de atividades são fatores importantes para que qualquer empresa seja de porte micro, pequeno, médio ou grande, consiga concorrer e permanecer no mercado, já que há o acirramento da concorrência. Uma melhor preparação dos herdeiros, dotando-os de formação técnica, por exemplo, seria uma medida que facilitaria este planejamento.  
Sergipe

A empresa familiar como sendo aquela organização empresarial que tem sua origem e sua história vinculadas a uma mesma família há pelo menos duas gerações, ou aquela que mantém membros da família na administração dos negócios, ou seja, empresa que é controlada e/ou administrada por membros de uma família se tornou uma realidade comum aqui no estado.

Um exemplo de empresa familiar em Sergipe e que presta serviços na área da Educação é o Colégio do Salvador, que desde o início da década de 30, quando uma das doze filhas do casal José Leite e Anísia, que compunham a família Galrão, mudarem-se da Bahia para Sergipe, resolveu abrir um colégio. Tendo concluído o curso pedagógico na Bahia e mudado para Aracaju, onde começou a dar aulas particulares para alguns jovens e crianças, Zilda, deu início à história do colégio em 1935.

De acordo com o sócio administrador do colégio, Antônio Marcolino Neto, o colégio pode ser considerado do tipo tradicional e de porte pequeno. Para Marcolino, Cada tipo de empresa familiar depende de como a empresa começou e cresceu. “Creio que a mais recorrente no Estado de Sergipe seria a ‘híbrida’, no entanto temos muitas outras tradicionais”, afirma.
Essa administração do colégio já está na terceira geração, e segundo o sócio administrador, “não tem como, em qualquer instituição, funcionar sem planejamento. Isso é algo essencial para qualquer organização”, considera ele.

Saiba MAIS
De acordo com o artigo “Tendências da Empresa Familiares no Mundo”, as empresas controladas e administradas por familiares são responsáveis por mais da metade dos empregos e, dependendo do país, geram de metade a dois terços do PIB. Nos Estados Unidos, a maioria das empresas é controlada e administrada por famílias, sendo responsáveis por 59% do emprego, 78% dos novos empregos e 27 milhões de pessoas que nelas trabalham.

Na Alemanha, as empresas familiares concentram-se nos três milhões de pequenas e médias empresas do Mittlestand, têm em média menos de cem funcionários e respondem por metade do faturamento e por dois terços do emprego do setor industrial, dentre elas, quinhentas dominam nichos mundiais em produtos avançados de alta qualidade.

 No Brasil, 3,5 milhões de empresas familiares geram dois milhões de empregos diretos; das trezentas maiores empresas do país, 280 são familiares, com projeções de chegar a sete milhões de empregos até 20066. Esses dados confirmam que a empresa familiar, em qualquer lugar do mundo, é o grande canal para que uma região se desenvolva; são dados preliminares indicadores da sua relevância e importância para o processo econômico e social em geral.